A nova estratégia da Intel prevê que a empresa se torne uma das principais fabricantes contratadas de chips (foto: Intel)

Está estabelecida uma interessante colaboração entre a Intel e a Arm, no âmbito da qual a empresa americana produzirá chips sob contrato para a sua rival britânica, cuja arquitectura de processador é amplamente utilizada em dispositivos móveis e já está a entrar nos computadores.

O analista industrial Ming-Chi Kuo, da TF International Securities, afirma que a Arm chegará ao mercado com seus próprios chips usando a tecnologia Intel 18A. “A cooperação entre Arm e Intel vai além da ampla otimização dos nós da primeira (Arm) para o processo tecnológico da segunda (Intel). A Arm provavelmente comprará chips da Intel”, acredita o especialista.

Atualmente, a Arm desenvolve apenas arquiteturas e kernels finalizados, mas normalmente esses mesmos kernels são inicialmente orientados para produção usando uma tecnologia de processo específica. E se qualquer nova geração de núcleos Arm for otimizada para Intel 18A, é provável que muitas empresas façam pedidos de processadores nas fábricas da Intel.

De acordo com Nikkei, a Intel pretende se tornar a segunda maior fabricante terceirizada de chips do mundo até 2030. Para isso, a empresa terá que ultrapassar a Samsung, que atualmente ocupa essa posição, perdendo apenas para a taiwanesa TSMC.

A Intel está envolvida há muito tempo na fabricação terceirizada de chips, mas até recentemente esse negócio gerava uma pequena parcela da receita da empresa. A situação mudou depois que a gigante dos semicondutores criou a divisão Intel Foundry Services e, como parte de uma nova estratégia, anunciou que se tornaria um fabricante contratado, ou seja, fabricaria produtos para outras empresas, como fazem a Samsung e a TSMC.

De acordo com analistas da TrendForce, a participação da TSMC no mercado de serviços de fabricação de chips por contrato foi de 56,4% no segundo trimestre de 2023, ante 60,2% três meses antes. Ao mesmo tempo, a Samsung conseguiu reforçar a sua posição e conquistou 11,7% do mercado em consideração, face a 9,9% no primeiro trimestre de 2023. Os três primeiros incluíram a GlobalFoundries (6,7%), enquanto a Intel não foi mencionada neste estudo. .

O Wall Street Journal afirma que no final de 2022, os negócios contratuais da Intel geraram cerca de US$ 895 milhões em receitas para a empresa, representando não mais que 2% de sua receita total. A carteira de pedidos atingiu US$ 4 bilhões em meados de 2023. Ao mesmo tempo, a Intel não conseguiu concluir um acordo com nenhum dos principais desenvolvedores de chips, com exceção da MediaTek de Taiwan.

Atualizado em by Shelby Thevenot
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